por: Rico.Com.Vc

Hoje veremos a história de João Paulo L. da Costa, o “JP”, um operador de mesa da equipe Link Trade.

No vídeo, ele conta como entrou para o Mercado de Ações e passa suas impressões para quem quer investir ou trabalhar na área.

Fique ligado para a próxima história de quem está no mercado aqui, no Meu Milhão!

por: Rico.Com.Vc

Dois meses de 2011 já se passaram e o mês de março começa com a agenda de indicadores econômicos bastante agitados. Nos EUA, o destaque da semana serão os dados de emprego no ambiente doméstico; atenções divididas entre PIB do 4° trimestre, a reunião do Copom e os números de inflação. No continente europeu, PIB, dados de inflação e decisão de política monetária tomam a agenda da semana. E, na China os PMIs de fevereiro. Além disso, importante continuar atento as notícias no exterior, o desenrolar dos conflitos no Oriente Médio e África e seu impacto nas Commodities (Petróleo e agrícola).

No Brasil, na ordem cronológica, a decisão de política monetária toma a atenção. Na segunda reunião do ano do Copom, esperamos que a Selic aumente em 0.5p.p., atingindo 11,75% ao ano. As comunicações oficiais do BC indicam uma elevação de 0.5pp e um ciclo total de ajuste de 150-200bps. A inflação crescente (projetamos alta de 5,7% para o IPCA em 2011) e a deterioração das expectativas dos agentes a cada semana são os principais motivos que devem levar ao segundo aumento na taxa de juros. Na divulgação do PIB do ano de 2011, na comparação com o 3° trimestre, é provável que vejamos um número mais fraco, alta em torno de 0,4%, fechando o ano a 7,3%. Um dos fatores que podem ter levado o último trimestre de 2010 a perder o fôlego foi o desempenho da indústria que se mostrou bastante enfraquecida. Ainda nos número de atividade, a semana conta também com a produção industrial de janeiro em que esperamos queda de 0,8% na comparação mensal, e alta de 1,0% na comparação com janeiro de 2010. Vale destacar o desempenho desfavorável da produção de veículos nos mês, refletindo em parte a queda nas vendas de veículos (impactado também pelas medidas macroprudenciais anunciadas em dezembro).

No lado de inflação, há a divulgação do IGP-DI de fevereiro, em que projetamos alta de 0,86%, influenciado diretamente pela inflação menor nos alimentos, educação e transportes. Para o IPA agro projetamos alta de 2,3%, desacelerando em relação ao IGP-M, principalmente pelo preço menor dos alimentos in natura e milho. E, para o IPA industrial projetamos leve alta de 0,65%, refletindo o impacto menor do reajuste do minério de ferro e a deflação em carnes. O IPCA de fevereiro deve registrar alta de 0,80%, destacamos para essa leitura o forte impacto do reajuste das mensalidades escolares. Por outro lado, o grupo alimentos deve mostrar desaceleração, influenciado pelo preço menor das carnes, leite e os produtos in natura.

Vale citar as divulgações do setor automobilístico, as vendas de automóveis em fevereiro pela Fenabrave (ainda sem data definida) e a produção, exportação e vendas pela Anfavea (na sexta-feira). Nos EUA, os indicadores de destaque da semana são as pesquisa de emprego, o Payroll (variação da folha de pagamentos e taxa de desemprego), a pesquisa ADP e a Challenger que devem mostrar uma pequena reversão no mercado de trabalho norte-americano, na comparação com o mês de janeiro quando foi afetado pelo mau tempo em janeiro. E, ainda no campo da atividade norte-americana serão divulgados o índice de Gerentes de Compras de Chicago, os índices de atividade industrial do Fed Dallas e os ISM de manufatura e serviços. No lado do mercado imobiliário americano, teremos as vendas de casas pendentes e os gastos com construção. Bastante importante será o relato do Livro Bege que compila a avaliação dos Feds regionais a respeito da economia e os pedidos das fábricas.

Na Europa, os destaques da semana serão: o PIB do 4° trimestre, a taxa de desemprego, o índice de preços ao consumidor (CPI) e ao produtor (PPI) da Zona do Euro e os PMIs.

Na China ao longo da semana o governo chinês e o HSBC divulgam os PMIs de manufatura e serviços referente ao mês de fevereiro.

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por: Rico.Com.Vc

Para começar esse post, vejamos alguns hábitos de consumo. Quando chega a hora de escolher suas férias, você prefere gastar em uma viagem cheia de regalias e luxo ou em algo mais tranquilo e simples? Compra qualquer novidade tecnológica na hora que ela surge ou espera que determinado aparelho se torne necessário? Quando vai ao shopping, você compra apenas o que havia planejado ou se deixa levar por promoções e acaba comprando mais produtos do que o esperado?

Se você nunca reparou nisso, com certeza pensou um pouco a respeito neste momento. Essas são perguntas sobre o cotidiano que refletem uma questão em comum: se você é gastador ou poupador. Qual é o seu perfil?

O Gastador

Se você costuma aproveitar promoções e se não hesita em comprar o que quer, este deve ser o seu perfil.

Se analisarmos o hábito de consumo em si, podemos deduzir que são pessoas mais ansiosas. Elas geralmente não possuem um controle tão grande de quanto ganham e quanto gastam, e acabam se perdendo com o controle das finanças.

Por outro lado, costumam ser investidores mais dispostos a arriscar. Ficam mais à vontade para colocar uma quantidade maior de dinheiro para girar no mercado, o que pode levá-los a lucrar mais e a hesitar menos em situações de risco.

Um “gastador” deve tomar cuidado com decisões precipitadas, tanto em períodos desfavoráveis, quanto em favoráveis. Também deve tomar cuidado com os planos de contingência, pois é sempre bom ter um “plano B”. Ter o capital de segurança separado do capital de investimentos é uma estratégia importante para um investimento mais inteligente e seguro. Apesar de reforçar a cautela, o “gastador” deve seguir acreditando em sua estratégia, contanto que seja com conhecimento e muita disciplina.

O Poupador

Esse é o perfil daquele que não gosta de gastar nada além do necessário. Costuma ter um receio maior ao investir no mercado de ações, mas com a vantagem de ser disciplinado.

Pessoas mais econômicas devem manter sua disciplina e calma. Com isso, conseguirão seguir com o planejamento estabelecido e manter um investimento seguro e rentável. Contudo, eles não deverão ceder ao receio e manter seus investimentos apenas em poupanças ou investimentos de baixo risco, para não perder boas oportunidades em seus investimentos.

Neste momento, você deve estar se perguntando “OK, agora já consegui me identificar com um dos perfis, mas qual é o melhor para um investidor?”

A resposta é: NENHUM

Dificilmente uma pessoa será 100% “mão de vaca”, ou uma gastadora compulsiva que se encaixe completamente nas características citadas acima. Você provavelmente tem uma tendência para um dos lados, e pode usar isso para coordenar seu pensamento à buscar a disciplina.

A partir do momento que você consegue identificar os pontos positivos e negativos, trabalhe para tentar contornar os defeitos e aproveitar as qualidades na hora de elaborar sua estratégia e coordenar suas ações. Deste modo, você conseguirá pensar melhor e tão logo colher os frutos disso.

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