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	<title>Meu Milhão &#187; Minha História</title>
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	<description>O blog oficial do home broker Link Trade</description>
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		<title>Entrevista com João Paulo L. da Costa</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Mar 2011 21:57:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rico.Com.Vc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minha História]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa de valores]]></category>
		<category><![CDATA[experiência]]></category>
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		<description><![CDATA[
Hoje veremos a história de João Paulo L. da Costa, o &#8220;JP&#8221;, um operador de mesa da equipe Link Trade.
No vídeo, ele conta como entrou para o Mercado de Ações e passa suas impressões para quem quer investir ou trabalhar na área.
Fique ligado para a próxima história de quem está no mercado aqui, no Meu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="460" height="345" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/AvO3S9ZPbRA?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="460" height="345" src="http://www.youtube.com/v/AvO3S9ZPbRA?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Hoje veremos a história de João Paulo L. da Costa, o &#8220;JP&#8221;, um <a href="http://www.meumilhao.com.br/a-vida-e-o-mercado-financeiro-sao-mais-simples-do-que-voce-imagina/">operador de mesa</a> da equipe Link Trade.</p>
<p>No vídeo, ele conta como entrou para o <a href="http://www.meumilhao.com.br/os-perfis-do-consumidor-voce-e-%E2%80%9Cgastador%E2%80%9D-ou-%E2%80%9Cpoupador%E2%80%9D/">Mercado de Ações</a> e passa suas impressões para quem quer investir ou trabalhar na área.</p>
<p>Fique ligado para a próxima história de quem está no mercado aqui, no <a href="http://www.meumilhao.com.br/">Meu Milhão</a>!</p>
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		<title>De executivo a investidor profissional</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 20:52:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rico.Com.Vc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minha História]]></category>
		<category><![CDATA[aplicações]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de finanças]]></category>
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		<category><![CDATA[mercado de capitais]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônio]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Mauro Calil é um exemplo de como é possível construir patrimônio por meio de uma gestão eficiente de investimentos em ações. Graduado em administração de empresas e seguindo com foco de estudos em marketing, Calil deixou cargos executivos e direcionou todos os seus recursos para o mercado de capitais, atividade que começou a praticar como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mauro Calil é um exemplo de como é possível construir patrimônio por meio de uma <strong>gestão</strong> eficiente de investimentos em ações. Graduado em administração de empresas e seguindo com foco de estudos em marketing, Calil deixou cargos executivos e direcionou todos os seus recursos para o <strong>mercado de capitais</strong>, atividade que começou a praticar como hobbie. Hoje é membro orientador do <strong>Instituto Nacional de Investidores (INI)</strong>, e 90% da sua renda provêm dos rendimentos de ações e os outros 10% de cursos e palestras.</p>
<p><a href="http://www.meumilhao.com.br/wp-content/uploads/2011/01/4099481244_b0c62d93fb_z2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2617" title="4099481244_b0c62d93fb_z" src="http://www.meumilhao.com.br/wp-content/uploads/2011/01/4099481244_b0c62d93fb_z2-460x306.jpg" alt="" width="460" height="306" /></a></p>
<p>Calil começou a trajetória na bolsa de valores ainda muito cedo, aos 11 anos de idade, quando num passeio com seu avô, foram à agência onde ele era correntista. Ali mesmo, depois de muita insistência do gerente do banco, seu avô tirou uns trocados do bolso e fez uma aplicação em ações para o neto. “Ao sair do banco, perguntei ao meu avô se iria ficar rico. Ele, sabiamente, disse as palavras que foram o início da busca de uma vida: ‘Só por isso? Não. Mas se você <strong>trabalhar</strong> para ganhar dinheiro, <strong>economizar</strong> e colocar suas economias em <a href="http://www.meumilhao.com.br/a-vida-e-o-mercado-financeiro-sao-mais-simples-do-que-voce-imagina/">aplicações</a>, sim”,  relembra Calil.</p>
<p>Muitos anos depois, Calil iniciou efetivamente sua vida financeira. Em um golpe de sorte, sacou todo dinheiro da <strong>poupança</strong> 15 dias antes do Plano Collor, que confiscou a poupança de milhares de brasileiros, e o investiu em uma marcenaria. Tempos depois, vendeu o negócio e, após consultar um tio, aplicou o dinheiro em ações.</p>
<p>Acompanhando a trajetória da economia brasileira, na época da guerra do Golfo, o valor do dinheiro aplicado caiu para menos da metade. Mesmo assim, Calil se <strong>manteve calmo</strong> e <strong>continuou investindo</strong>. Cerca de três anos após a queda inicial, o montante que resgatou foi suficiente para comprar um terreno, um carro e um computador. Mesmo depois do “susto”, ele não deixou de investir, apesar do volume nos investimentos ainda não ser tão grande quanto gostaria. “Neste período, a <strong>regularidade</strong> já existia. O dinheiro era menor, mas eu já fazia a lição de casa”, relembra o professor.</p>
<p>Em 2004, depois de muito trabalho e investimento, começou a viver apenas das ações. “Estava muito estressado com o trabalho. Dedicava mais de 12h por dia à empresa. Foi neste momento que percebi que o que <strong>ganhava com ações</strong> era o meu salário e não precisava me desgastar em uma mesa de escritório”, explica Calil. No mesmo ano, outro “golpe de sorte”. Em um corte, de uma série de cortes por que a empresa em que trabalhava passava, ele foi demitido e aplicou, então, todo o <strong>dinheiro da rescisão</strong> em investimentos no mercado de capitais. Ele então começou a operar mais seriamente, sempre com uma <a href="http://www.meumilhao.com.br/analise-tecnica-01/">estratégia</a> bem definida. À partir disso, o <strong>lucro</strong> foi constante.</p>
<p>Ainda em 2004, fundou o <strong>Centro de Estudos e Formação de Patrimônio Calil &amp; Calil</strong>, onde realiza cursos e palestras em empresas, ministradas por profissionais de diversos segmentos e com vivências acumuladas no mercado financeiro, de capitais e no meio acadêmico. O público da empresa é formado de pessoas de qualquer profissão, classe ou segmento, que busquem planejamento financeiro e queiram investir dinheiro de maneira eficaz, com <strong>técnica</strong> e <strong>resultados claros</strong>.</p>
<p>Calil conseguiu transformar sua vida numa <strong>história de sucesso</strong> no mundo dos investimentos. Além disso, há uma série de histórias de alunos que conseguiram adquirir um patrimônio nunca antes pensado, tudo com base nos ensinamento de <strong>educação financeira</strong>, legado do professor Calil. Como ele mesmo diz, ao pensar na sua história: “As pessoas podem ter todo o dinheiro que quiserem: basta, para isso, <strong>planejamento</strong> e <a href="http://www.meumilhao.com.br/psicologia-do-mercado-%E2%80%93-o-segredo-do-vencedor/">disciplina</a>”</p>
<hr /><a href="http://www.meumilhao.com.br/wp-content/uploads/2011/01/osney.jpg"></a><a href="http://www.meumilhao.com.br/wp-content/uploads/2011/01/mauro_calil.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2607" title="Mauro Calil" src="http://www.meumilhao.com.br/wp-content/uploads/2011/01/mauro_calil.jpg" alt="" width="90" height="120" /></a><a style="font-style: italic; font-weight: bold;" href="http://twitter.com/calilecalil" target="_blank">Mauro Calil</a><em> é Fundador e Professor do Centro de Estudos e Formação de Patrimônio Calil &amp; Calil, além de Membro Orientador do Instituto Nacional de Investidores (INI) e investir na Bolsa de Valores há mais de 20 anos.</em></p>
<p><em>É graduado em Administração de Empresas, com MBA em Varejo pela FIA/FEA da USP e pós-graduação em Marketing pela ESPM. Atua como c</em><em>olunista no Portal Investimentos e Notícias, e como colaborador em matérias destinadas à investidores </em><em>em vários veículos como a Rede Globo, </em><em>Grupo Bandeirantes, Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo, Valor Econômico, DCI, Jornal da Tarde, </em><em>Revistas Você S/A, </em><em>Isto é Dinheiro entre outros. </em></p>
<p><em> Para conhecê-lo mais, acesse o site da <a href="http://www.calilecalil.com.br">Calil &amp; Calil</a><a href="http://www.maisdinheiro.com.br/" target="_blank"><strong> </strong></a>.</em></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 97px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;">Uma arte chamada análise técnica vem crescendo com o sobe e desce da Bolsa de Valores. Quanto maior o número de investidores, mais adeptos dessa escola.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;">Difundida pela grande curiosidade humana sobre o mistério do vai e vem dos mercados, a análise técnica traz consigo uma grande incógnita: é possível prever o futuro dos preços de uma ação?</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;">Certas frases impactantes, usadas por várias escolas e empresas do ramo, causam impressões aos investidores de que é possível estar sempre do lado certo do mercado. Acredito que se eu pudesse prever o futuro de alguma ação listada em bolsa, com certeza seria, em poucas horas, uma das maiores celebridades milionárias dentro do mercado.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;">A análise técnica, ao contrário do que muitos pensam, <strong>não prevê o futuro</strong>: ela nos proporciona estatísticas de quantas vezes certo padrão ou movimento aconteceu, subiu ou caiu. Com esses dados, podemos montar nossas estratégias, sabendo que nenhum padrão é 100% infalível.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;">Sabendo disso tomamos certos cuidados ao entrar em uma operação, como por exemplo, traçar um <strong>plano B</strong>: caso o possível movimento a favor de nossa operação não aconteça, o que irei fazer? Esse plano deve ser elaborado antes de entrarmos na operação, já que nesse momento estamos com a cabeça leve e podemos decidir se vale à pena ou não entrarmos na operação – bem diferente de um momento onde já estou com meu dinheiro investido, tendo o mercado andando contra minha posição e enormes prejuízos acabando com meu capital. Nessa hora, meus sentimentos e minha mente já não reagem da mesma forma quando estava tranquilo, antes de entrar na operação.</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;">O investidor de sucesso é aquele que sabe administrar prejuízos</span></strong><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;">. Administrar lucros todos sabemos.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;">Sou adepto a da análise técnica, mas não a utilizo como bola de cristal. Acredito que o fator psicológico é tão importante quanto uma boa estratégia. Não há boa estratégia quando o investidor acredita que seu método é infalível. Uma hora ela falhará e, nesse momento, é possível perder todo o capital acumulado. Mesmo tendo obtido lucro com seu método a longo do tempo, em uma única operação, em que ele perde, digamos, “só” 100%, ele irá falir mesmo assim.</span></p>
</div>
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		<title>Conheça a trajetória de Fernando Goes</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Nov 2010 14:54:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rico.Com.Vc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Meu interesse por mercado financeiro começou cedo. Meu irmão mais velho já era dessa área e, como eu também tinha interesse, fui estudar economia. Com 17 anos conheci um amigo de classe que já operava no mercado, onde tive meus primeiros contatos com a prática. Sem renda ainda e dependendo dos meus pais, comecei a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-2076" title="FernandoGoes" src="http://www.meumilhao.com.br/wp-content/uploads/2010/11/Goes21.jpg" alt="" width="200" height="300" />Meu interesse por mercado financeiro começou cedo. Meu irmão mais velho já era dessa área e, como eu também tinha interesse, fui estudar economia. Com 17 anos conheci um amigo de classe que já operava no mercado, onde tive meus primeiros contatos com a prática. Sem renda ainda e dependendo dos meus pais, comecei a operar na conta desse meu amigo, com o dinheiro que ganhava de mesada. Como o valor que eu tinha era pouco, comecei pela parte mais perigosa do mercado, me alavancando em termos e opções.<br />
Na época, o mercado só subia e o pouquinho que eu operava, sempre alavancado, foi multiplicando muito rápido. Estávamos em 1997, com o Plano Real no auge e a bolsa com tendência de alta constante. Isso me deu a falsa sensação que era tudo muito fácil, mas, na verdade, eu não sabia nada: entrava em fóruns, via dicas e ia para cima sem medo.  Praticamente do zero consegui abrir minhas contas; me dediquei e consegui chegar a um valor que não imaginava, até que veio a primeira crise que eu vivi (da Ásia) e, de uma hora para outra, eu perdi tudo.<br />
Não desisti e fui aprender algum método para operar no mercado. O primeiro curso que fiz logo de cara foi de Análise Técnica, na época com o grafista Didi Aguiar. Parecia que tinham aberto uma cortina dos meus olhos: o que era puro ‘achismo’ em meio a dicas transformou-se em padrões consistentes de alta e queda. Vi que tinha facilidade na área e fui trabalhar na consultoria do Didi.</p>
<p>Depois, fui chamado por um cliente, para operar BMF em uma tesouraria, o que era uma proposta diferente: não tinha salário fixo, ganhava uma porcentagem do que conseguia fazer de dinheiro, operando índice e dólar futuro. Foi quando comecei a perceber o grande <em>gap</em> que existe entre prever, dar dicas, e ganhar dinheiro operando.</p>
<p>Apesar de não parecer, é muito mais difícil quando há dinheiro de verdade envolvido, porque é aí que entra a emoção. Até problemas pessoais influenciavam meu resultado, como um relacionamento que tinha terminado naquela época. Para piorar, tivemos novas crises, estouro da bolha de NASDAQ, atentado do 11 de setembro.</p>
<p>Aos poucos, a experiência e prática começaram a mudar meu método de análise, e percebi o quanto a disciplina, estratégia e tática eram tão ou mais importante que a previsibilidade. Com uma nova mudança de empresa, fiz bastante sucesso com a ajuda do mercado, que voltara a subir. Porém, o que queria mesmo era ser professor do assunto e sabia que tinha muito a ensinar.</p>
<p>Meu nome já estava bem conhecido, recebi uma proposta melhor e iniciei essa parte da minha carreira de professor de Análise Técnica. Depois de um tempo, conheci e gostei muito da metodologia de trabalho do Link Trade. Não podia ser diferente: aceitei vestir a camisa dessa empresa onde estou hoje.</p>
<p>Atualmente, acredito que tenho domínio do meu estilo de análise e, cada vez mais, tento também dominar a psicologia de mercado. Por isso, procuro ensinar não apenas sobre o método de análise, mas também como controlar as emoções e ser disciplinado para maximizar os lucros de maneira sólida e consistente.</p>
<p>Estou muito feliz e satisfeito e espero ajudar a todos, tanto no domínio do método de análise gráfica (ou técnica) como na disciplina, tática e estratégia, para que a análise realmente se transforme em dinheiro.</p>
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		<title>Vivendo da Bolsa (Parte 2 de 2)</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Oct 2010 14:37:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rico.Com.Vc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sendo expulso da economia formal
Continuando e encurtando um pouco a prosa e com alguns atalhos, eis que chegamos ao ponto que realmente forjou minha história atual de fulltime trader. Lá pelos idos de 2006, 2007, quando dividia com meu ex-sócio o comando de mais uma empresa que havíamos montado, resolvi que dedicaria meu tempo para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sendo expulso da economia formal</strong></p>
<p><a href="http://www.meumilhao.com.br/vivendo-da-bolsa-parte-1-de-2/">Continuando</a> e encurtando um pouco a prosa e com alguns atalhos, eis que chegamos ao ponto que realmente forjou minha história atual de <strong>fulltime trader</strong>. Lá pelos idos de 2006, 2007, quando dividia com meu ex-sócio o comando de mais uma empresa que havíamos montado, resolvi que dedicaria meu tempo para <strong>administrar mais de perto meus próprios investimentos</strong>. Comecei a observar as <strong>movimentações e estratégias do gestor do clube</strong> onde eu investia. Por exemplo: às vezes eu gostaria que o clube estivesse mais exposto, mas ele estava muito protegido com travas. Outras vezes, justamente o contrário. Enfim, o clube estava sendo sim muito bem administrado mas, creio eu, no tempo ocioso habitam as mais férteis e irracionais idéias. E eis que decidi pegar parte do meu patrimônio e administrá-lo por conta própria.</p>
<p>Exatamente na mesma época, resolvi levantar dinheiro rapidamente para iniciar minha formação profissional no <strong>Método DeROSE</strong>, filosofia de vida e life-style coaching. Eu já praticava há bom tempo e então queria adotar definitivamente para mim essa cultura. Sabia que, apenas passando para o lado profissional, dos instrutores, poderia aprendê-lo com a profundidade que buscava. Mas, a minha empresa &#8220;da vez&#8221;, apesar de estar pagando as contas direitinho e até permitindo a mim e sócio algumas singelas regalias, como viagens ao exterior para congressos e similares, não estava assim tão rentável para eu poder retirar mais uma grana mensalmente.</p>
<p><img class="alignright size-large wp-image-1946" title="Maresias_2-5-2010editada" src="http://www.meumilhao.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Maresias_2-5-2010editada-460x306.jpg" alt="" width="276" height="184" />Estudei, então, por alguns dias, quais seriam minhas habilidades a serem melhor exploradas. Decidi que deveria pagar em uma só parcela e com dinheiro novo essa minha formação. Rapidamente, conclui que <strong>só a Bolsa poderia me dar esse presente</strong>, assim tão rápido e dentro do que eu conhecia (conhecia mesmo?). E ela me deu mesmo: tomei uns tantos lotes em um belo canal de alta e, dez dias depois, estava paga a minha formação profissional. Com folga para uns bons gastos extras. Minha vida, certamente, nunca mais seria a mesma.</p>
<p>Daí pra frente, e com a nossa Bolsa em ascensão, <strong>não tinha como perder dinheiro mesmo</strong>, por mais que você se esforçasse. E eu me esforçava. Mas, naquela época, você estava destinado a ganhar dinheiro. Era escolher o papel que subiu menos entre os principais, comprar e esperar dar perto de 1% no dia, botar o dinheiro no bolso e festejar. Simples assim. Se tivesse tempo, podia repetir a proeza.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1956" title="moedas" src="http://www.meumilhao.com.br/wp-content/uploads/2010/10/moedas-250x166.jpg" alt="" width="250" height="166" />Bem, não tardou para essa minha nova atividade estar rendendo diversas vezes mais do que a empresa. E não há sócio nesse mundo que aguente o outro com o <strong>HomeBroker ligado o dia inteiro e ganhando dinheiro</strong>. Nem o meu sócio, que era e é um grande amigo até hoje. Por isso digo: não cansei e decidi largar o mercado formal. Fui, outrossim, expulso dele, que já não me suportava mais. E assim, de maneira pouco romântica e extremamente prática, começou minha vida de trader em tempo integral.</p>
<p>Tenho mais uma dezena de boas histórias para contar a partir daí, mas acho melhor deixar para um próximo post.</p>
<p><em>Carlos Episcopo, o <a href="http://iceman-nopainnogain.blogspot.com">Iceman</a>, 40, é engenheiro civil formado pela Escola Politécnica, instrutor do Método DeROSE com muito orgulho, surfista viajante (mais esforçado do que talentoso). É provável encontrá-lo em seu skate longboard no calçadão de Santos. Ou correndo pelo Parque da Aclimação. Mergulhador, vegetariano, amante de cinema, música, viagens e sempre, mas sempre, disposto a um longo bate-papo. <strong>Vive exclusivamente de rendimentos da Bolsa de Valores desde meados de 2007. </strong>Quase quebrou antes da crise de 2008. Mas não quebrou. Ao seu melhor e preferido estilo. No Pain, No Gain.</em></p>
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		<title>Vivendo da Bolsa (Parte 1 de 2)</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 14:40:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rico.Com.Vc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minha História]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[finanças pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[fundos]]></category>
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		<description><![CDATA[Onde começa?
Teimei um pouco em aceitar o convite da Mônica Saccarelli em escrever para esta coluna.
Em parte porque, como todo e bom taurino, confesso ser realmente cabeça dura e acomodado. Mas, por outro lado, e fundamentalmente, porque tenho sérias dificuldades em dizer quando e como a Bolsa passou a fazer parte da minha vida.
Mas, já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Onde começa?</strong></p>
<p>Teimei um pouco em aceitar o convite da <a href="http://www.meumilhao.com.br/author/monica/">Mônica Saccarelli </a>em escrever para esta coluna.</p>
<p>Em parte porque, como todo e bom taurino, confesso ser realmente cabeça dura e acomodado. Mas, por outro lado, e fundamentalmente, porque tenho sérias dificuldades em dizer quando e como a Bolsa passou a fazer parte da minha vida.</p>
<p>Mas, já que tomei coragem e fôlego para a empreitada, espero que minha história seja útil em algum ponto para você tomar a própria decisão, pílula vermelha, e saiba que, como no filme, não há volta à Matrix, uma vez deflagrada essa viagem insana. Não acredita? Então procure um ex-trader pelo mundo afora, você vai entender exatamente o que estou falando.</p>
<p><strong>Vivendo da Bolsa</strong></p>
<p><img class="alignleft size-large wp-image-1940" title="bolsa" src="http://www.meumilhao.com.br/wp-content/uploads/2010/10/bolsa-460x345.jpg" alt="" width="221" height="166" />Para mim, <strong>viver da bolsa não é profissão</strong>. Não é meio de vida. Não é conhecimento nem tampouco habilidade. É filosofia de vida. É a resposta mais inquietante para os buscadores incessantes de liberdade. Aos que se negam em aceitar, acatar, sucumbir ao modelo escravista-salarial que sucedeu ao escravagismo-racial. E sucedeu com notável ganho de eficiência. Ou você realmente crê que a abolição foi conquistada? Ela foi imposta, tal qual as novas matrizes que sucederam a original, por se mostrarem muito mais eficazes e lucrativas que as anteriores. Mas vamos pegar mais leve na filosofia e, por hora, focar na narrativa. Voltando à minha história&#8230;</p>
<p>Desde sempre <strong>administrei de perto minhas finanças</strong>. Fui criado com dedicação e abnegação por meus pais, aprendi pelo esforço deles a valorizar cada centavo, desde moleque. E a ser totalmente responsável por minha vida financeira. Antes dos dezoito anos, já tinha uma maturidade e independência financeira que não encontro em muitos dos meus amigos de 40. Não tenho dúvidas que isso moldou meu caráter empreendedor, desde que me conheço por gente. E quero deixar bem claro: eu era, como todo estudante, muito duro de grana&#8230;</p>
<p>O primeiro curso de que me lembro foi um de <strong>empreendedorismo</strong>. Paguei a minha e ainda arrastei meu pai para fazer comigo, já que eu não tinha idade para me inscrever sozinho. Chamava algo como &#8220;Saiba como montar seu próprio negócio&#8221;. Depois de poucas semanas e para desespero da família, estava montando <strong>minha primeira empresa com CNPJ e tudo</strong>, chamava-se Litosfera e promovia eventos em &#8216;danceterias&#8217; (nome para balada àquela época). Arrumei um sócio maluco, o primeiro que apareceu, amigo meu do prédio em que morava e justamente o oposto do cara confiável.</p>
<p><img class="alignright size-large wp-image-1914" title="32199_1391233094012_1027650980_1158180_3802592_n" src="http://www.meumilhao.com.br/wp-content/uploads/2010/10/32199_1391233094012_1027650980_1158180_3802592_n-459x373.jpg" alt="" width="234" height="191" />Bom, a empresa era divertidíssima e nada profissional, mas foi uma excelente experiência para aprender que você, querendo, pode fazer qualquer coisa, eu digo, qualquer coisa que você realmente colocar na cabeça! Não que a empresa tenha dado efetivamente &#8216;certo&#8217;, mas a experiência foi impagável. Depois de vários anos, me custou uma grana razoável para conseguir encerrá-la de maneira correta e fechar esse passivo, mas valeu, e muito, a pena.</p>
<p>E daí para hoje, foi uma sucessão de empresas e empreitadas. Vivi, como poucos, a <strong>bolha tecnológica de 2000</strong>. Fui CEO de empresa offshore, tecnologia hightech, base tecnológica para revolução web, com sócio investidor gringo e <strong>preparada para IPO em Nasdaq</strong>, só para você ter uma idéia dos extremos a que essa empreitada maluca já me levou. Quem viveu essa época inserido no contexto www, lembrará da insanidade dos NDA&#8217;s: você tinha que assinar um desses (Non Disclosure Agreement, ou acordo de confidencialidade) a cada 60 minutos ou menos. O bate-papo começava no cyber-coffee de nosso belíssimo e minúsculo escritório on-demand e, em minutos, aparecia alguma secretária com o bendito &#8216;acordo&#8217; em cinco vias, sempre dois idiomas, um em cada coluna, a ser assinado para poder continuar a conversa. Tudo eram idéias. Tudo fervilhava. B2B, B2C, C2C etc. Você estava milionário ou fora do mercado em questão de horas. O alicerce da internet atual estava sendo levantado. E derrubado. E levantado de novo. Era pra matar qualquer um do coração.</p>
<p>Conheci alguns dos maiores empresários do cenário tecnológico naquele café. Era aconselhável falar o maior número de idiomas possível, pois nunca se sabia qual você mais utilizaria no elevador. Foi uma época simplesmente fantástica para estar na <strong>área de desenvolvimento de negócios</strong>. E eu tive o privilégio de estar no epicentro. Mudei de um apartamento de 40m² na Aclimação para dividir com um de meus sócios (e amigo até hoje) uma cobertura triplex de 500m² no Morumbi. Tinha piscina, lareira, suítes para hóspedes, até a bateria dele montamos dentro do apê (e nem incomodava os vizinhos). Isso aconteceu em questão de semanas. Mais alguns meses, lá estava eu de volta à Aclimação. Sorte que não me desfiz dele, já que vivo nele até hoje, passada a euforia maluca dos primeiros anos deste milênio.</p>
<p><img class="alignleft size-large wp-image-1937" title="moedinhas" src="http://www.meumilhao.com.br/wp-content/uploads/2010/10/moedinhas-460x345.jpg" alt="" width="221" height="166" />Tentando novamente voltar ao fio da meada: durante toda essa trajetória, nunca fiquei definitivamente distante da Bolsa, claro. Os primeiros trocados que acumulei foram parar em um <strong>fundo de ações vinculado à minha conta corrente</strong>. Não faço a menor idéia de como consegui abrir aquela conta, já que eu tinha uns quinze anos. Só lembro que era vinculada ao CPF do meu pai, eterno companheiro, patrocinador e sofredor ao meu lado. Enfim, tudo que eu ganhava, acabava colocando lá e nem me importava se caia, subia, mofava. Eu apenas não suportava pensar em <strong>rendimento ao lerdo ritmo da renda fixa</strong>. De lá, até um pouco antes de me jogar 100% na Bolsa, devo ter aplicado em uma <strong>dezena de fundos, clubes</strong>, passando até pelo amalucado Jaguar, um que chegou a render 20% num mês e quebrar após alguns outros meses (dessa eu escapei por poucos dias).</p>
<p>Continua&#8230;</p>
<p><em>Carlos Episcopo, o </em><a href="http://iceman-nopainnogain.blogspot.com"><em>Iceman</em></a><em>, 40, é engenheiro civil formado pela Escola Politécnica, instrutor do Método DeROSE com muito orgulho, surfista viajante (mais esforçado do que talentoso). É provável encontrá-lo em seu skate longboard no calçadão de Santos. Ou correndo pelo Parque da Aclimação. Mergulhador, vegetariano, amante de cinema, música, viagens e sempre, mas sempre, disposto a um longo bate-papo. <strong>Vive exclusivamente de rendimentos da Bolsa de Valores desde meados de 2007. </strong></em><em>Quase quebrou antes da crise de 2008. Mas não quebrou. Ao seu melhor e preferido estilo. No Pain, No Gain.</em></p>
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		<title>Conheça um dos sócios do home broker Link Trade</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 14:07:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rico.Com.Vc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minha História]]></category>
		<category><![CDATA[análise gráfica]]></category>
		<category><![CDATA[análise técnica]]></category>
		<category><![CDATA[home broker]]></category>
		<category><![CDATA[mercado vendável]]></category>
		<category><![CDATA[operações]]></category>
		<category><![CDATA[simetria sanfonada]]></category>

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		<description><![CDATA[Texto de Fernando Biondi

Noronha iniciou no mercado de renda variável em 1967, tornando-se dos mais conceituados analistas gráficos do Brasil. Consultor e gestor de recursos financeiros, desde 2008 atua como Home Broker da Link Investimentos. Formado em economia é também autor da “Timing“, a primeira revista eletrônica do país, e do livro “Análise Técnica: Teorias, Ferramentas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Texto de <strong>Fernando Biondi</strong></p>
<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-1412" title="Márcio Noronha" src="http://www.meumilhao.com.br/wp-content/uploads/2010/06/noronha.jpg" alt="" width="210" height="300" /></em></p>
<p><em>Noronha</em> iniciou no mercado de renda variável em 1967, tornando-se dos mais conceituados analistas gráficos do Brasil. Consultor e gestor de recursos financeiros, desde 2008 atua como Home Broker da<em> Link Investimentos</em>. Formado em economia é também autor da “<em>Timing</em>“, a primeira revista eletrônica do país, e do livro “<em>Análise Técnica: Teorias, Ferramentas e Estratégias</em>“.</p>
<p><strong>O que o levou a escolhe</strong><strong>r a análise técnica para conduzir suas operações?</strong></p>
<p>Uma sequência de perdas com opções no início de 1984 coincidindo com o conhecimento de Peter Gillinghan, um analista técnico inglês que tinha vindo para o Brasil tentar a sorte e passava os dias assistindo o pregão na sala de clientes da minha corretora. Ele sugeriu que eu lesse o seu livro de cabeceira “Timing – Uma Nova Estratégia Diária de Maximização dos Lucros no Mercado de Ações” de Joseph Granville. Foi amor à primeira vista.</p>
<p><strong>Qual o tipo de operação o senhor realiza com mais freqüência em seus negócios e como costuma definir a estratégia para entrada, saída e controle de risco?</strong></p>
<p>Faço dois tipos de operações. No dia-a-dia, concentro 90% do meu capital bursátil, fazendo “operações de posição”, nas quais busco permanecer o maior tempo possível surfando uma tendência. No outro tipo, em vez de operar opções prefiro colecionar ações com simetrias potencialmente altistas. No primeiro caso, utilizo a simetria e as distâncias entre os suportes e as resistências para definir a estratégia operacional. Normalmente utilizo o fundo anterior como estope para as compras e o topo anterior para estopar as vendas. Em nenhum momento tenho uma exposição de risco superior a 3% do meu patrimônio bursátil. No segundo, não uso estope, apenas guardo na gaveta.</p>
<p><strong>Quais as lições mais relevantes aprendidas em sua vida como operador?</strong></p>
<p>Primeiro e mais importante: Sem disciplina e estope não se vai longe.<br />
Segundo: Evitar tomar decisões operacionais influenciado pela mídia.<br />
Terceiro: Não depender do dinheiro utilizado nas operações para pagar as contas no final do mês. Caso contrário, pressionado emocionalmente, dificilmente conseguirá ser disciplinado.</p>
<p><strong>O senhor diz admirar os trabalhos dos analistas Joseph Granville e Jim Sloman. Qual a contribuição marcante desses profissionais?</strong></p>
<p>O <em>Granville</em> me mostrou como fazer uma leitura correta dos fundamentos técnicos do mercado e, sobretudo, a vê-lo como um Jogo. O <em>Sloman</em> me fez ver o Tabuleiro onde o jogo é jogado e como movimentar-me de forma mais eficiente sobre ele.</p>
<p><strong>Robôs, algoritmos, alta freqüência são termos atuais. As inovações tecnológicas trazem consigo alterações significativas, cobrando novas posturas dos traders diante das operações?</strong></p>
<p>Acho que não. Seria preocupante se elas pudessem afetar as tendências, pois neste caso os mercados poderiam ser manipulados. Nesse ambiente de robôs algoritmos e alta freqüência, atualmente são tantos investidores lutando com as mesmas armas que acabam se anulando. Geralmente são ferramentas que se aproveitam de distorções de curtíssimo prazo sem afetar a direção dos preços. O lado positivo foi que abriram espaço para um novo tipo de profissional “o trader cientista”.</p>
<p><strong>O mercado carece de restrições e mudanças visando coibir o alto poder especulativo, como, por exemplo, restringir ou banir a venda a descoberto?</strong></p>
<p>Um mercado do tamanho do nosso não pode ser manipulado. Alguns investidores mais leigos, por ignorância, acreditam que algumas Fundações ou um pool de grandes bancos possam, em algum momento, se juntar para manipular algum mercado ou ativo. Talvez não saibam que a maioria dessas instituições tem uma grande quantidade de traders competindo entre si pelas melhores perfomances, bem como, contra os bancos concorrentes, todos buscando o melhor retorno para os seus fundos. Não acho que a venda a descoberto deva ser banida. Acho que deve haver regras, mas uma vez estabelecidas as operações devem ser livres.</p>
<p><strong>Quais os erros mais comuns daqueles que operam mercados?</strong></p>
<p>Operar por conta própria sem nenhum conhecimento.<br />
Ficar congelado quando a operação não está evoluindo de acordo com o esperado.<br />
Alavancar no mercado a termo e de opções.</p>
<p><strong>O que é o método “Simetria Sanfonada”?</strong></p>
<p>A Simetria Sanfonada é uma metodologia alternativa de análise gráfica que assume que toda vez que surgir um ponto de retorno, na continuação o desdobramento mais provável é o inverso do que estiver mais próximo à sua esquerda. Em cima dessas trajetórias utiliza os principais níveis de suportes e resistências para avaliar e montar estratégias operacionais.</p>
<p><strong>A análise técnica se mostra eficiente para operar prazos menores que vão do curtíssimo ao curto prazo, e até mesmo o MP. É possível obter sucesso construindo uma carteira de longo prazo utilizando-se apenas deste método?</strong></p>
<p>A análise técnica funciona em qualquer periodicidade. Tanto serve para operar gráficos tic-a-tic como gráficos mensais ou anuais. O que vai mudar são os parâmetros de estope. Numa visão de curtíssimo prazo o estope deve ficar o mais próximo possível do preço corrente enquanto numa visão de longo prazo deve ficar suficientemente afastado do preço corrente para permitir que o mercado trabalhe sem que seja atingido pelas correções de curto prazo ou pelos ruídos externos.</p>
<p><strong>O que é o gráfico Futuro Mensal Perpétuo?</strong></p>
<p>O Gráfico do Índice Mensal Perpétuo foi um caso de “atirar no que vi e acertar no que não vi”. Devido ao Princípio da Confirmação da<em>Teoria de</em> <em>Dow</em> procurei transformar o gráfico do índice futuro que nasce e morre a cada dois meses num gráfico contínuo para poder confrontá-lo com o índice Bovespa à vista visando confirmar ou não eventuais rompimentos.</p>
<p>Com o passar do tempo percebi que em vez de evoluir de modo similar à trajetória do Bovespa desdobrava-se como um oscilador. De tempos em tempos atingia um determinado patamar (faixa vermelha) de onde caía durante um longo período até chegar num patamar inferior (faixa verde) de onde voltava a subir de volta ao patamar anterior. Trocando em miúdos, transformou-se num confiável indicador dos ciclos de alta e baixa de longo prazo.</p>
<p><strong>Gráfico Futuro Mensal Perpétuo</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter size-large wp-image-1417" title="Gráfico Futuro Mensal Perpétuo" src="http://www.meumilhao.com.br/wp-content/uploads/2010/06/futdiario1-460x248.jpg" alt="" width="460" height="248" /><br />
</strong></p>
<p><strong>Como vê o desempenho dos índices Ibovespa e Dow Jones no médio e longo prazo?</strong></p>
<p>No momento estou em descompasso com as condições atuais do mercado. Vejo números conflitantes que me impedem fazer uma avaliação com convicção. Creio que só mesmo com mais algum tempo de desdobramento poderei fazer uma leitura que faça sentido, mas não sei dizer quanto tempo mais será necessário para que tudo entre em harmonia.</p>
<p><strong>O senhor é autor da revista Timing e analista da Link Trade, além de ministrar cursos sobre análise gráfica. Conte-nos sobre suas atividades atuais e o quais os ensinamentos os alunos aprendem em seus cursos?</strong></p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-1414" title="Revista Timing" src="http://www.meumilhao.com.br/wp-content/uploads/2010/06/revistatiming.gif" alt="" width="200" height="198" /><br />
</strong></p>
<p>Minhas atividades atuais consistem de um chat diário das 9:00 às 10:00, da elaboração de análises diárias das ações que compõem o índice Bovespa acompanhadas de monitoramento – estratégias operacionais e movimentação dos estopes – e da edição da revista Timing nos fins de semana. De dois em dois meses dou um curso presencial num fim de semana com a duração de 20 horas alternando entre São Paulo e Rio de janeiro.</p>
<p>Nos meus cursos ensino aos meus alunos uma metodologia operacional muito simples baseada em desdobramentos simétricos associados aos topos e fundos, bem como a disciplina de serem predadores, de não operarem por operar, mas terem a paciência de aguardar pelo lugar certo para dar o bote e sair fora o mais rápido possível quando a operação não estiver evoluindo conforme o esperado.</p>
<hr noshade="noshade" /><em>Fernando Biondi é empresário, e escreve no blog <a href="http://www.papodebolsa.com/" target="_blank">Papo de Bolsa</a>.</em></p>
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		<title>Dedicação aos investimentos, na medida certa</title>
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		<pubDate>Fri, 07 May 2010 13:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Cerbasi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minha História]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca tive uma educação financeira, propriamente dita. Minha inspiração para começar a investir veio do meu pai&#8230; na forma de contra-exemplo. De origem muito humilde, ele fazia grandes sacrifícios pessoais para garantir conforto à família. Durante um tempo, meu pai aceitou trabalhar a 300 quilômetros da família em troca de uma posição melhor remunerada, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.meumilhao.com.br/wp-content/uploads/2009/10/gustavo_cerbasi.jpg" alt="" title="Gustavo Cerbasi" width="155" height="190" style="float: right; margin: 0 0 20px 20px;" />Nunca tive uma <strong>educação financeira</strong>, propriamente dita. Minha inspiração para começar a investir veio do meu pai&#8230; na forma de <strong>contra-exemplo</strong>. De origem muito humilde, ele fazia grandes sacrifícios pessoais para garantir conforto à família. Durante um tempo, meu pai aceitou trabalhar a 300 quilômetros da família em troca de uma posição melhor remunerada, o que nos obrigou a vê-lo apenas nos finais de semana. Quando concluí meus estudos, prometi a meus pais e a mim mesmo que <strong>jamais sacrificaria</strong> o ambiente familiar pelo conforto.</p>
<p>Comecei a trabalhar em 1994, como professor de inglês. Sem registro em carteira, ganhava o equivalente a <strong>três tanques de combustível</strong> por mês. Metade disso, guardava em <strong>fundos de renda fixa</strong>, pois eram tempos de juros altos e inflação baixa. Assim, pagava à vista tudo o que eu queria comprar. Nunca paguei um carnê sequer na vida! Se eu tenho uma obsessão, é contra <strong>dívidas</strong> e <strong>financiamentos</strong>. Em 1996, fui contratado como estagiário no <a href="http://www.citibank.com.br/" target="_blank">Citibank</a>, onde comecei a diversificar com <strong>fundos de ações</strong>.</p>
<p>Acompanhava quase diariamente as reuniões de caixa, onde se debatia o cenário e as estratégias da tesouraria. Minha maior dificuldade, no início, foi domar a <strong>ganância</strong>! Por pura especulação, transformei R$ 1,5 mil em <strong>R$ 6 mil</strong> em poucos meses, voltando a R$ 3 mil em poucos dias. Perdi metade do meu capital em poucos dias por puro descuido, já que analisava apenas o <strong>gráfico</strong> e não o <strong>fundamento</strong> da empresa em questão. Essa foi minha única perda no mercado financeiro. Foi daí que saíram minhas lições mais importantes, porque eu sempre fui atrás de saber o que estava na cabeça daqueles que ficavam com meu dinheiro, quando eu o perdia. Já tive outras perdas, claro, mas sempre parciais, dentro de uma <strong>estratégia de carteira</strong>, acompanhadas de ganhos significativos em outros ativos.</p>
<p><img src="http://www.meumilhao.com.br/wp-content/uploads/2010/03/01-300x225.jpg" alt="" title="Gustavo Cerbasi" width="250" height="187" class="alignleft size-medium wp-image-1074" />Fiquei viciado em <em>day trade</em>, mas ganhava tanto quanto perdia. Desisti das estratégias especulativas no dia em que minha namorada me visitou de surpresa e me pegou <strong>almoçando de pé</strong>, diante da tela do home broker. Na mesma época, comecei a lecionar em cursos de <strong>análise de balanços</strong> e <strong>contabilidade</strong>. Isso era em 2001, e eu ainda ganhava pouco. Porém, com o tempo, começaram a surgir depoimentos de alunos que tinham feito muito dinheiro com o conhecimento aprendido em minhas aulas. Foi aí que decidi dedicar mais tempo para aplicar essas <strong>estratégias</strong> em minha própria carteira, fazendo disso um negócio. Meus investimentos decolaram de vez quando juntei minhas estratégias de investimento com um plano bastante claro: <strong>casar</strong>.</p>
<p>Hoje, já juntei o que pretendia juntar, e tenho minha <strong>independência financeira</strong> conquistada com bastante solidez. Poupo 100% de minha renda do trabalho e vivo bem com o lucro dos investimentos. Não tenho o menor pudor em expor o fato de que estou aproveitando bem a vida, pois me <strong>planejei</strong> para isso. Só comecei a investir porque o mercado era acessível através dos <strong>fundos de investimento</strong>. Se fosse algo que me tomasse muito tempo, jamais acumularia dinheiro de forma eficiente, pois sempre fui muito dedicado à minha rotina pessoal e profissional.</p>
<p>Não reservo mais do que <strong>quatro ou cinco horas por mês</strong> às minhas estratégias e análises. O que mais consome meu tempo é minha estratégia para realizar <strong>sonhos</strong>. Chego a tirar férias de 60 dias corridos. Eu diria que o mercado financeiro me deu as condições para que minha vida passasse a ser mais <strong>segura e planejada</strong>. E as motivações para continuar surgem todos os dias, com as <strong>conquistas</strong> que acompanho na vida de meus filhos, e com os <strong>depoimentos</strong> de meus leitores e participantes de minhas palestras.</p>
<hr align="left" width="100px" noshade style="margin-top: 20px;">
<font color="#0f165e"><i><a href="http://www.maisdinheiro.com.br/" target="_blank">Gustavo Cerbasi</a> é autor de diversos <em>best sellers</em> na área de administração e finanças, como <b>&#8220;Dinheiro &#8211; Os segredos de quem tem&#8221;</b>, <b>&#8220;Casais Inteligentes Enriquecem Juntos&#8221;</b> e <b>&#8220;Mais Tempo, Mais Dinheiro&#8221;</b>.</i></font></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Transformando medalhas em ações</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 20:24:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Cielo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minha História]]></category>
		<category><![CDATA[Você X Cielo]]></category>
		<category><![CDATA[ações]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[corretora]]></category>
		<category><![CDATA[home broker]]></category>
		<category><![CDATA[link trade]]></category>

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		<description><![CDATA[
Olá, meu nome é Cesar Cielo, sou campeão olímpico nos 50m livre e medalhista de bronze nos 100m, duas conquistas obtidas nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008. Também sou campeão mundial nos 50m e 100m, estilo livre, graças aos meus resultados em Roma, no ano passado. Sou recordista mundial nos 50m livre, com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="width: 460px; text-align: center; margin: 20px 0 20px 0;"><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gdhKnB4SQ8M&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/gdhKnB4SQ8M&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></div>
<p>Olá, meu nome é <a href="http://www.cesarcielo.com/" target="_blank">Cesar Cielo</a>, sou campeão olímpico nos 50m livre e medalhista de bronze nos 100m, duas conquistas obtidas nos <strong>Jogos Olímpicos de Pequim</strong>, em 2008. Também sou campeão mundial nos 50m e 100m, estilo livre, graças aos meus resultados em Roma, no ano passado. Sou recordista mundial nos 50m livre, com o tempo de 20s91 e nos 100m livre, com o tempo de 46s91, marcas também obtidas em 2009. Essa é a parte que todo mundo sabe.</p>
<p>O que poucos sabem é <strong>para onde vai o dinheiro das minhas medalhas</strong>. Tudo o que ganhei nas Olimpíadas em Pequim decidi investir na <strong>Bolsa de Valores</strong>. Minha premiação era um valor que, ao mesmo tempo, era muito pouco para comprar um imóvel, mas o suficiente para investir em ações. Na verdade, na época eu não cheguei a pegar o valor da premiação, investi tudo direto na Bolsa. O bacana do mercado financeiro é justamente isso: você não precisa ter um valor tão alto para começar a investir, além de não precisar esperar muito tempo para isso.</p>
<p>Já vinha pensando nisso há algum tempo. Faço o curso de Comércio Exterior, com especialização em espanhol, na <strong>Universidade de Auburn</strong> nos EUA. Nas matérias de Economia e Administração comecei a estudar um pouquinho sobre investimentos. Mais tarde, depois das Olimpíadas e depois de conversar com alguns parentes, resolvi fazer esse investimento. Minha família nunca teve uma educação financeira ou o costume de investir. Acabou sendo algo bem diferente do que eu estava acostumado a fazer e é gostoso poder sair um pouco da rotina.</p>
<p>Meu negócio é <strong>natação</strong>. Por isso, entrei em contato com o pessoal da <a href="http://www.linkinvestimentos.com.br/" target="_blank">Link Investimentos</a> para poder gerenciar melhor meu dinheiro. Por que a <strong>Link</strong>? Fiz natação durante um tempão com um amigo, cuja irmã trabalhava no <a href="http://www.linktrade.com.br/" target="_blank">Link Trade</a>. Foi assim que eu fiz o &#8220;link&#8221;, unindo o útil ao agradável. Por isso, acompanho <strong>sites </strong>e <strong>revistas </strong>especializados no assunto. Coloquei apenas 15% da minha poupança no início, para aprender e ver como tudo funcionava. Acho que a dificuldade maior é você tirar o dinheiro de algo fixo para começar a colocar em algo de risco. Mas, como sempre tive ajuda de corretores e amigos, tudo foi bem tranquilo.</p>
<p>Depois que me tornei um investidor, a ideia de fazer um comercial do <a href="http://www.linktrade.com.br/" target="_blank">Link Trade</a> surgiu naturalmente. E não tem coisa melhor do que falar de algo que você <strong>realmente </strong>usa. Aprendi a não ficar afobado com os valores e aprendi a checar as ações regularmente, embora não diariamente. Além disso, entendi que quando você compra uma ação, o importante é realmente se sentir <strong>sócio do negócio</strong>, ficar feliz quando a companhia cresce e consumir os produtos da empresa em que você investe.</p>
<p><img src="http://www.meumilhao.com.br/wp-content/uploads/2010/02/cielo.jpg" alt="Cesar Cielo" title="Cesar Cielo" width="250" height="250" class="alignright size-full wp-image-978" />Perdi algum dinheiro no começo, mas já recuperei tudo. Não tenho uma meta específica, mas quero ter uma quantia que me deixe em uma situação <strong>estável</strong>. Por enquanto estou captando tudo o que posso como <strong>nadador</strong>, mas sei que não vou nadar para sempre. Então, o que estou conseguindo juntar agora, pretendo gerenciar e <strong>investir</strong>. Acho que vou poder deixar sempre uma certa quantia de dinheiro nas ações. Se um dia achar que não vale mais a pena, simplesmente paro. Mas é um mercado interessante e o brasileiro deveria explorá-lo mais. Principalmente agora, com os <strong>eventos esportivos</strong> que estão para chegar por aqui. Não tenho pressa para nada e, basicamente, o que eu ganhar com medalhas, irá para investimentos em ações ou para o que eu considerar mais adequado no momento.</p>
<p>Portanto, vou deixando meu dinheiro com o pessoal que sabe cuidar disso. Estou pensando no retorno a longo prazo enquanto ainda sou jovem, não tem como errar. Quem sabe, quando eu parar de nadar, talvez possa partir para novos desafios no mundo dos investimentos.</p>
<hr style="margin-top: 20px;" align="left" width="100px" noshade>
<font color="#0f165e"><i>Ainda não conhece a promoção <a href="http://www.linktrade.com.br/cielo/" target="_blank"><b>VOCÊ x CIELO</b></a> do Link Trade? Então <a href="http://www.linktrade.com.br/cielo/" target="_blank" style="color: #0f165e; text-weight: bold;">clique aqui</a> para saber como ganhar corretagem grátis até o final de 2010.</i></font></p>
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		<title>Não existe almoço grátis</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 19:26:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcello Garbes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minha História]]></category>
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		<description><![CDATA[Meu nome é Marcello Garbes, moro na Praia Grande, mas sou nascido na Baixada. Estou com 38 anos, mas comecei aos 15. Com essa idade, claro, você não tem uma ideia formada sobre o futuro. Mas eu já gostava de matemática e meu interesse por bancos e mercado financeiro foi natural, apesar da minha educação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.meumilhao.com.br/wp-content/uploads/2010/01/almoco_gratis.png" alt="" title="Almoco Grátis?" width="200" height="200" class="alignleft size-full wp-image-897" />Meu nome é Marcello Garbes, moro na Praia Grande, mas sou nascido na Baixada. Estou com 38 anos, mas comecei aos 15. Com essa idade, claro, você não tem uma ideia formada sobre o futuro. Mas eu já gostava de <strong>matemática </strong>e meu interesse por bancos e mercado financeiro foi natural, apesar da minha educação não ter nada a ver com isso! Meu pai trabalhava nas docas de Santos. Meu tio trabalhava em cartório, meu outro tio trabalhava numa fábrica de papel e papelão. Não tinha nada de educação financeira. Porém, por ironia do destino, um dia um banco foi até minha escola oferecer uma <strong>oportunidade de concurso</strong>, para um estágio remunerado. Estudei, prestei e fui aprovado!</p>
<p>Fui treinado no <a href="http://www.bancoreal.com.br/" target="_blank">Banco Real</a> durante um ano, estudando todas as áreas de uma instituição financeira: <strong>contabilidade</strong>, <strong>cobrança </strong>e <strong>empréstimo</strong>, sem ainda a parte informatizada, o que me deu um conhecimento mais profundo dos processos. Com 15 anos, eu ganhava a mesma coisa do que um bancário ou um escrevente. Era um bom salário! Tanto que, até hoje, a grande maioria da diretoria do <b>Banco Real</b> veio desse programa de praticantes, que era feito há muito tempo.</p>
<p>Naturalmente, acabei começando a investir. Por trabalhar em banco, sempre gostei disso e comprava apenas ações de bancos. É uma tendência do investidor, comprar apenas ações de um segmento que tenha a ver com ele. Alguns gostam de siderurgia, outros de elétrica. Eu sou daquela turma dos <strong>financistas</strong>, que preferem bancos. Talvez seja coisa de gente das antigas, como eu, mas isso durou pouco tempo. Fui efetivado na unidade com 16 anos e, com 19, passei a trabalhar em <em>backoffice</em>. A partir daí, fui levado para a<strong> mesa de operações</strong>, quando parei de investir por força da minha função.</p>
<p>Quando fui para o <a href="http://www.bancofibra.com.br/" target="_blank">Banco Fibra</a> também fui levado para trabalhar na mesa. Devido ao conhecimento que já tinha, acabei indo pra área de <strong>controladoria</strong>, ou seja, uma auditoria interna. Tinha 22 anos. Eu já vinha sendo direcionado a fazer <strong>Direito </strong>por influência dos meus tios e, nessa época, eu estava fazendo o curso. Era muito chato! Tinha que ler muito e eu gostava era de números. Acabei largando.  Fiz <strong>Administração</strong> quatro vezes, mas nunca consegui terminar. Eu já era praticamente um administrador! Meu conhecimento do dia a dia, trabalhando no mercado, era muito mais do que uma faculdade poderia me dar. E agora curso <strong>Engenharia</strong>, justamente para aprender algo totalmente diferente do que eu já faço.</p>
<p>Em 1998, com a expectativa das novas tecnologias, a Bolsa incentivou as corretoras a criarem <strong>suas próprias plataformas de home broker</strong>. Sinceramente? Era muito ruim! Surgiram plataformas de todos os tipos e de todos os lugares. Na época, decidimos fazer uma associação que contava com <strong>15 corretoras</strong>, para criar um home broker padrão, unificado. Com um número tão grande, infelizmente, deu briga. Porém, o sistema multi-broker, que eu ajudei a desenvolver, acabou sendo comprado pela <a href="http://www.bmfbovespa.com.br/home.aspx?idioma=pt-br" target="_blank">BM&amp;F</a> e, hoje, é o sistema padrão do agrícola da <a href="http://www.bmfbovespa.com.br/home.aspx?idioma=pt-br" target="_blank">Bovespa</a>. Daquelas 15 corretoras, as únicas que acabaram vingando foram as que são, hoje, as três maiores. Justamente porque optaram por se manter independentes, o que criou uma tendência mais tarde. Hoje elas estão um pequeno passo à frente, só por terem começado mais cedo.</p>
<p>Fui para o <a href="http://www.bcsul.com.br/" target="_blank">Banco Cruzeiro do Sul</a>. Toda essa parte de regras e parâmetros da corretora no banco, participei do desenvolvimento, juntamente com o site e o home broker. Aos 27 anos tornei-me <strong>gerente da mesa</strong>. Estava envolvido em todas as áreas. Tenho, portanto, uma grande experiência em bancos, sempre na área de corretagem e home broker. Depois de 8 anos no <b>Cruzeiro do Sul</b>, recebi uma ótima proposta da <a href="http://www.linkinvestimentos.com.br/" target="_blank">Link Investimentos</a> e hoje trabalho como <strong>subgerente de renda variável</strong>.</p>
<p>O grande diferencial da <a href="http://www.linkinvestimentos.com.br/" target="_blank">Link Investimentos</a> é que, ao contrário da maioria das corretoras não ligadas a bancos, nós não trabalhamos com autônomos e sim com a meritocracia. Por isso, a Link tem uma grande estrutura, muito similar às corretoras que têm o apoio de bancos. E essa vantagem tende a passar dos clientes institucionais para os clientes pessoa física. É um ganho muito grande para o investidor pessoa física.</p>
<p><img src="http://www.meumilhao.com.br/wp-content/uploads/2010/01/linktrade_kids.jpg" alt="" title="" width="150" height="250" class="alignright size-full wp-image-899" />Eu, por ser da área institucional, não invisto. O fluxo de ordens que se tem na mão é muito grande, não tem como acompanhar uma carteira própria em paralelo. Além disso, prefiro manter um distanciamento para ter uma forma imparcial ao assessorar um cliente. Por mais que a gente não queira, seria inevitável administrar de forma emocional uma ordem de cliente. Por isso, hoje só tenho <strong>fundos de ações</strong>, em nome do meu filho, por meio do programa <a href="http://www.linkinvestimentos.com.br/Funds/IndividualyInfo.aspx?id=1" target="_blank">Link Kids</a>. Esse programa é uma espécie de poupança, composta por um <strong>fundo de ações <em>long only</em></strong>, ou seja, de longo <em>longo</em> prazo. Os analistas e o gestor da Link fizeram uma análise e determinaram ativos que, além de pagarem bons dividendos, têm perspectivas de atingir um bom patamar com o crescimento do Brasil. É interessante para o aprendizado das crianças, porque com 10 ou 11 anos elas já questionam e se interessam. Isso acabou influenciando cinco amiguinhos da classe do meu filho, também na faixa dos 10-11 anos, a aderirem ao mesmo programa.</p>
<p>Como não tenho envolvimento com pessoa física, não faço recomendações. Porém, a verdade é que não existe &#8220;dica&#8221;. Como disse o célebre economista norte-americano, Milton Friedman: <em>&#8220;There&#8217;s no such thing as a free lunch&#8221;</em>. <strong>Não existe almoço grátis</strong>, tudo exige um esforço em pagamento. No caso do mercado financeiro, requer estudo, independentemente do que você faça. Se for mais grafista ou mais fundamentalista, você tem que entrar e estudar. Esse é o único caminho para o sucesso.</p>
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		<title>Valores de geração para geração</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 23:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maurício Gallego</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minha História]]></category>
		<category><![CDATA[backoffice]]></category>
		<category><![CDATA[link trade]]></category>
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		<category><![CDATA[varejo]]></category>
		<category><![CDATA[wealth management]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando me pediram para contar minha história, pensei que não poderia deixar de lado o que me fez chegar até onde me encontro hoje, pessoal e profissionalmente. Por que contar apenas a vida corporativa de corretora/carreira/sucesso/dinheiro, se o que nos leva a isso são princípios e valores encontrados dentro de nossa família, de nossa escola, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.meumilhao.com.br/wp-content/uploads/2009/11/gallego1.jpg" alt="Maurício Gallego" title="Maurício Gallego" width="155" height="200" class="alignright size-full wp-image-738" />Quando me pediram para contar minha história, pensei que não poderia deixar de lado o que me fez chegar até onde me encontro hoje, pessoal e profissionalmente. Por que contar apenas a vida corporativa de corretora/carreira/sucesso/dinheiro, se o que nos leva a isso são <strong>princípios e valores</strong> encontrados dentro de nossa família, de nossa escola, de nossos amigos?</p>
<p>Apesar de ser um fanático <strong>mooquense</strong> (morador do bairro da Moóca) e adorar a região mais tradicional de São Paulo, nasci em 1977 em um outro bairro, que fica no começo da Rodovia Anhanguera. Só fui me mudar para a Moóca com 2 anos de idade. Sou o filho mais velho de 3 irmãos, minha irmã é a do meio e meu irmão é o mais novo.</p>
<p>Meu pai, filho único de um português com uma descendente de portugueses, nasceu e morou toda sua infância na Moóca (ele sim é legítimo). Ficava sozinho a maior parte do dia. A vizinha de minha avó era quem cuidava dele, pois meus avós trabalhavam para compor a renda familiar. Meu avô morreu antes de meu pai completar seus 18 anos. A casa onde ele nasceu ainda existe, pertence à nossa família. Essa vizinha de minha avó, hoje com quase 90 anos, ainda me beija como se eu fosse um neto.</p>
<p>Dedicado e muito estudioso, meu pai era <strong>obstinado por melhorar de vida</strong>. Já devia saber que a dedicação aos livros seria talvez o único modo honesto de formar uma família e dar condições melhores para seus filhos. Quem sabe é por isso que a escrivaninha de mais de 40 anos, que ainda é usada em casa, não seja para ele apenas uma mesa pesada de madeira. Estudou em colégio técnico e fez engenharia na POLI, anos e anos foram debruçados sobre aquele móvel. Hoje continua trabalhando e dando aulas à noite, coisa que faz há mais de 30 anos.</p>
<p>Minha avó é neta de italianos. Minha mãe é filha de um argentino que, por sua vez, é filho de espanhóis. É daí que trago o sobrenome <strong>Gallego</strong>. Meu avô metalúrgico sustentava a todos com seu trabalho. Minha mãe fez magistério e trabalhava em um escritório, no centro de São Paulo, até se casar. Meus pais se conheceram na Moóca, namoraram e se casaram. Minha mãe cuidou dos filhos com a mesma dedicação com que meu pai se debruçou sobre os livros. Com 12 anos, fui morar na rua paralela à da minha avó paterna. Passei inúmeras férias saindo para empinar pipa e jogar bola às 10 da manhã, e voltava para casa ao escurecer. Isso quando dormia na casa de minha avó! Foram poucos os amigos da &#8220;rua&#8221; com quem eu perdi contato. Atualmente, ainda nos vemos quase que semanalmente.</p>
<p><strong>Aqui começa minha história.</strong> Criado por uma mãe presente e um pai dedicado, que voltava para casa todos os dias depois das 23hs, aprendi a dar valor ao <strong>trabalho </strong>e percebi o quanto a <strong>educação </strong>é importante. Estudei em colégios do bairro. Fui um aluno um pouco acima da média nas notas, e bem acima da média nas amizades cultivadas. Tenho orgulho de dizer que meus maiores amigos são pessoas que conheço há mais de 20 anos. Na escolha da profissão a seguir, não conseguia pensar em outra coisa além de ser como meu pai. Seguir a mesma trilha e talvez chegar um pouco mais longe.</p>
<p><img src="http://www.meumilhao.com.br/wp-content/uploads/2009/11/gallego21.jpg" alt="Maurício Gallego" title="Maurício Gallego" width="260" height="210" class="alignleft size-full wp-image-741" />Jamais esquecerei o dezembro de 1994. Estudei todo o conteúdo do colegial em 30 dias, sozinho no quarto, por achar que não estava preparado para entrar na <a href="http://www.poli.usp.br/" target="_blank">Escola Politécnica da USP (POLI)</a>. Foram 30 dias acordando às 8 e estudando de 12 a 14 horas por dia, até a segunda fase do vestibular. Passei! Com 17 anos, estava eu, Mauricio Gallego Augusto, em um mundo diferente de minha família, longe da Moóca e longe de meus amigos. Demorei para absorver essa nova rotina, mas me acostumei. Quando a carga horária começou a baixar no quarto ano da faculdade (quinto na POLI, pois me formei em 6 anos), quis me aventurar por outra área. Por causa de minha namorada, hoje minha esposa (com quem me relaciono há 12 anos), achava que a área de Direito era interessante. Estava pensando em prestar concurso público. Um ano depois, entrei como estagiário na Concórdia, corretora da <a href="http://www.sadia.com.br/" target="_blank">Sadia</a>. Não conseguia deixar de fazer algo que me agregasse conhecimento para ter tempo livre. Em determinado momento, estudava Engenharia e Direito, e fazia estágio de 30 a 40 horas semanais na corretora. Acordava às 6hs e me deitava depois da meia-noite.</p>
<p>Efetivado e formado, ainda fazia Direito à noite quando resolvi começar um mestrado em Finanças na USP. Tive que largar a faculdade de Direito no quarto ano. No mestrado, era o mais jovem dos 30 alunos da turma, e o nível do curso não foi nada básico! Consegui me desenvolver muito academicamente. Estabilizado na Concórdia e trabalhando há 6 anos, recebi uma proposta da <a href="http://www.linktrade.com.br/Site/Public/Home.aspx" target="_blank"><b>Link Investimentos</b></a> em 2005. A primeira que me fez balançar, depois de tanto tempo em um lugar só. Aceitei e comecei com a mesma sensação do meu primeiro dia de aula na POLI: ansioso pelo desafio.</p>
<p>Comecei na área de <em>Research</em> analisando empresas. Como tinha alguns clientes da Concórdia que gostariam de continuar comigo, comecei a atendê-los na Link. A partir daí, começou a surgir a área de clientes pessoa física da <a href="http://www.linktrade.com.br/Site/Public/Home.aspx" target="_blank"><b>Link Investimentos</b></a>, também chamada de área comercial. Éramos pouco mais de 10 pessoas no começo e, conforme os negócios foram crescendo, fomos contratando mais gente especializada. Hoje, depois de 5 anos, as áreas de <strong>Research, Varejo, Wealth Management e Backoffices</strong> englobam mais de 60 pessoas, quase o tamanho da empresa inteira em 2005.</p>
<p>Atualmente, não moro mais na Moóca (uma pena). Sou gerente da área de Varejo da Link Investimentos — que também engloba o home broker <a href="http://www.linktrade.com.br/Site/Public/Home.aspx" target="_blank"><b>Link Trade</b></a> — e também sou responsável por quase 30 pessoas dentro da corretora. Entendo que os valores que levamos para nosso dia-a-dia, seja para o trabalho ou para nossas relações pessoais, dependem muito dos <strong>valores agregados durante a vida</strong>. E dependem até da maneira que esses valores são passados entre gerações.</p>
<p>Tento não perder o que absorvi antes de me tornar um profissional. E busco colocar em prática o que aprendi sendo um profissional. Devemos ter em mente que as oportunidades sempre vão aparecer e, o que nos difere de ter ou não <strong>sucesso </strong>com elas, são a maneira com que nos preparamos.</p>
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