Existem algumas características comuns entre os investidores, entre elas, a falta de educação.
Antes que eu seja encaminhado para o RH da empresa, gostaria de me explicar. Estou me referindo à educação financeira. E não é apenas ter um objetivo e um plano para alcançá-lo, mas talvez o mais importante, aprender como respeitá-lo ao longo do tempo.
A maior dificuldade dos investidores é respeitar as próprias ideias do plano previamente estipulado.
Não é à toa que hoje se investe em educação financeira, diferentemente do que se fazia no passado. Algumas instituições, como a Link Investimentos, fornecem palestras grátis com a intenção de transformar nossos investidores em ganhadores.
Um investidor “mal-educado” tem menos chances de continuar sendo um investidor ao longo dos anos. Após a crise que passamos no ano passado, ficou evidente a necessidade de estar preparado para o mercado, e seguir algumas pequenas regras estabelecidas quando os tempos eram de “vacas gordas”, como disse o Franchini.
Acredito que cada investidor tem seu limite e seu próprio modo de pensar. Para alguns, 10% de prejuízo não é nada. Já outros, ao perder no CDI por um único mês, já se sentem prejudicados.
Imagine quantas carteiras de ações de longo prazo foram montadas, aos 74.000 pontos, e stopadas 6 meses depois, aos 30.000? Por isso, é importante que cada um respeite seu modo de investir. E que não se deixe influenciar pela euforia ou pelo pânico.
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1 comentário para o artigo "Investidor mal-educado"
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2009
Mauricio
Para aqueles que “não receberam educação em casa”: Após passar pela crise mundial com perdas evidenciadas pela minha falta de educação, estou agora consciente de que tenho um longo caminho a percorrer em busca do Meu Milhão.









