A primeira semana do mês tem como destaque a agenda econômica dos Estados Unidos, especialmente os dados de emprego. No Brasil, a semana será tranquila em relação a indicadores econômicos, com destaque para a produção industrial de dezembro O que merece atenção aqui é o movimento da moeda brasileira e as tentativas do Banco Central para conter a apreciação do Real.
A produção industrial de dezembro é o destaque da semana. Esperamos que a indústria se recupere da queda de 0,1% de novembro e registre alta de 1,1% em dezembro, e na comparação anual uma alta de 5,9%. Vale lembrar que no mês de novembro, a queda da comparação mensal foi mais um resultado da metodologia de ajuste sazonal do IBGE do que uma queda efetiva de produção. Sendo assim, esperamos que a indústria continue com um bom desempenho, liderada pela produção de bens de capital. Ainda no Brasil, teremos os dados de produção, vendas e exportação de veículos da Anfavea e a nota de Política Fiscal do Banco Central.
Nos EUA, a semana será marcada por dados do mercado de trabalho. Serão divulgados o payroll (variação da folha de pagamentos e taxa de desemprego) e as pesquisas ADP e Challanger (que podem mostrar alguma surpresa, visto que as condições climáticas locais tem afetado a procura de trabalho em algumas regiões, segundo anunciado pelo departamento de trabalho dos EUA). Além disso teremos os seguintes destaques: ISM de Serviços e Manufaturas, renda e gastos pessoais, pedidos de fábricas as vendas de lojas em cadeia – ICSC.
Na Europa, os destaques da próxima semana serão os PMI’s de serviços e composto, os números de inflação do consumidor (CPI) e ao produtor (PPI), a taxa de desemprego e a decisão monetária do BCE. No continente asiático, a China divulgará o PMI de serviços do HSBC e o número oficial do governo.
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Mercado Futuro Agroecuário: Uma Estratégia de Diversificação
Operando Minicontratos
Perspectivas da Bolsa de Valores em 2011
Mauro Calil é um exemplo de como é possível construir patrimônio por meio de uma gestão eficiente de investimentos em ações. Graduado em administração de empresas e seguindo com foco de estudos em marketing, Calil deixou cargos executivos e direcionou todos os seus recursos para o mercado de capitais, atividade que começou a praticar como hobbie. Hoje é membro orientador do Instituto Nacional de Investidores (INI), e 90% da sua renda provêm dos rendimentos de ações e os outros 10% de cursos e palestras.
Calil começou a trajetória na bolsa de valores ainda muito cedo, aos 11 anos de idade, quando num passeio com seu avô, foram à agência onde ele era correntista. Ali mesmo, depois de muita insistência do gerente do banco, seu avô tirou uns trocados do bolso e fez uma aplicação em ações para o neto. “Ao sair do banco, perguntei ao meu avô se iria ficar rico. Ele, sabiamente, disse as palavras que foram o início da busca de uma vida: ‘Só por isso? Não. Mas se você trabalhar para ganhar dinheiro, economizar e colocar suas economias em aplicações, sim”, relembra Calil.
Muitos anos depois, Calil iniciou efetivamente sua vida financeira. Em um golpe de sorte, sacou todo dinheiro da poupança 15 dias antes do Plano Collor, que confiscou a poupança de milhares de brasileiros, e o investiu em uma marcenaria. Tempos depois, vendeu o negócio e, após consultar um tio, aplicou o dinheiro em ações.
Acompanhando a trajetória da economia brasileira, na época da guerra do Golfo, o valor do dinheiro aplicado caiu para menos da metade. Mesmo assim, Calil se manteve calmo e continuou investindo. Cerca de três anos após a queda inicial, o montante que resgatou foi suficiente para comprar um terreno, um carro e um computador. Mesmo depois do “susto”, ele não deixou de investir, apesar do volume nos investimentos ainda não ser tão grande quanto gostaria. “Neste período, a regularidade já existia. O dinheiro era menor, mas eu já fazia a lição de casa”, relembra o professor.
Em 2004, depois de muito trabalho e investimento, começou a viver apenas das ações. “Estava muito estressado com o trabalho. Dedicava mais de 12h por dia à empresa. Foi neste momento que percebi que o que ganhava com ações era o meu salário e não precisava me desgastar em uma mesa de escritório”, explica Calil. No mesmo ano, outro “golpe de sorte”. Em um corte, de uma série de cortes por que a empresa em que trabalhava passava, ele foi demitido e aplicou, então, todo o dinheiro da rescisão em investimentos no mercado de capitais. Ele então começou a operar mais seriamente, sempre com uma estratégia bem definida. À partir disso, o lucro foi constante.
Ainda em 2004, fundou o Centro de Estudos e Formação de Patrimônio Calil & Calil, onde realiza cursos e palestras em empresas, ministradas por profissionais de diversos segmentos e com vivências acumuladas no mercado financeiro, de capitais e no meio acadêmico. O público da empresa é formado de pessoas de qualquer profissão, classe ou segmento, que busquem planejamento financeiro e queiram investir dinheiro de maneira eficaz, com técnica e resultados claros.
Calil conseguiu transformar sua vida numa história de sucesso no mundo dos investimentos. Além disso, há uma série de histórias de alunos que conseguiram adquirir um patrimônio nunca antes pensado, tudo com base nos ensinamento de educação financeira, legado do professor Calil. Como ele mesmo diz, ao pensar na sua história: “As pessoas podem ter todo o dinheiro que quiserem: basta, para isso, planejamento e disciplina”
Mauro Calil é Fundador e Professor do Centro de Estudos e Formação de Patrimônio Calil & Calil, além de Membro Orientador do Instituto Nacional de Investidores (INI) e investir na Bolsa de Valores há mais de 20 anos.
É graduado em Administração de Empresas, com MBA em Varejo pela FIA/FEA da USP e pós-graduação em Marketing pela ESPM. Atua como colunista no Portal Investimentos e Notícias, e como colaborador em matérias destinadas à investidores em vários veículos como a Rede Globo, Grupo Bandeirantes, Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo, Valor Econômico, DCI, Jornal da Tarde, Revistas Você S/A, Isto é Dinheiro entre outros.
Para conhecê-lo mais, acesse o site da Calil & Calil .
Uma arte chamada análise técnica vem crescendo com o sobe e desce da Bolsa de Valores. Quanto maior o número de investidores, mais adeptos dessa escola.
Difundida pela grande curiosidade humana sobre o mistério do vai e vem dos mercados, a análise técnica traz consigo uma grande incógnita: é possível prever o futuro dos preços de uma ação?
Certas frases impactantes, usadas por várias escolas e empresas do ramo, causam impressões aos investidores de que é possível estar sempre do lado certo do mercado. Acredito que se eu pudesse prever o futuro de alguma ação listada em bolsa, com certeza seria, em poucas horas, uma das maiores celebridades milionárias dentro do mercado.
A análise técnica, ao contrário do que muitos pensam, não prevê o futuro: ela nos proporciona estatísticas de quantas vezes certo padrão ou movimento aconteceu, subiu ou caiu. Com esses dados, podemos montar nossas estratégias, sabendo que nenhum padrão é 100% infalível.
Sabendo disso tomamos certos cuidados ao entrar em uma operação, como por exemplo, traçar um plano B: caso o possível movimento a favor de nossa operação não aconteça, o que irei fazer? Esse plano deve ser elaborado antes de entrarmos na operação, já que nesse momento estamos com a cabeça leve e podemos decidir se vale à pena ou não entrarmos na operação – bem diferente de um momento onde já estou com meu dinheiro investido, tendo o mercado andando contra minha posição e enormes prejuízos acabando com meu capital. Nessa hora, meus sentimentos e minha mente já não reagem da mesma forma quando estava tranquilo, antes de entrar na operação.
O investidor de sucesso é aquele que sabe administrar prejuízos. Administrar lucros todos sabemos.
Sou adepto a da análise técnica, mas não a utilizo como bola de cristal. Acredito que o fator psicológico é tão importante quanto uma boa estratégia. Não há boa estratégia quando o investidor acredita que seu método é infalível. Uma hora ela falhará e, nesse momento, é possível perder todo o capital acumulado. Mesmo tendo obtido lucro com seu método a longo do tempo, em uma única operação, em que ele perde, digamos, “só” 100%, ele irá falir mesmo assim.
Vemos que diversos fatores influenciam no investimento, definindo quando devemos comprar, vender, arriscar mais ou menos de acordo com as oportunidades. Contudo, mesmo conhecendo nosso produto e seu mercado, seria possível prever o futuro dos preços de uma ação?
Certas frases impactantes, usadas por várias escolas e empresas do ramo, causam impressões aos investidores de que é possível estar sempre do lado certo do mercado. Se eu pudesse prever o futuro de alguma ação listada em bolsa, com certeza seria, em poucas horas, uma das maiores celebridades milionárias dentro do mercado.
E como lidar com essa imprevisibilidade no mercado? Uma das nossas “ferramentas” para isso é a Análise Técnica.
A Análise Técnica, ao contrário do que muitos pensam, não nos faz prever o futuro: ela nos proporciona estatísticas de quantas vezes certo padrão ou movimento aconteceu. Com esses dados, podemos montar nossas estratégias, estimando qual seria a próxima medida a ser tomada.
Mesmo assim, sabemos que nenhuma estatística garante um plano 100% infalível. É por isso que tomamos certos cuidados ao entrar em uma operação; traçar um plano B, caso o plano inicial passe por imprevistos. Podemos assumir como exemplo um caso onde o possível movimento à favor de nossa operação não aconteça. Neste caso, o que fazer? Esse plano deve ser elaborado antes de entrarmos na operação, já que nesse momento estamos com a cabeça leve e podemos decidir se vale à pena ou não entrarmos na operação.
Contudo, devemos considerar a segunda hipótese: se o dinheiro já está investido, com o mercado andando contra a nossa posição e prejuízos acabando com meu capital, como devemos reagir? Nessa hora, nossos sentimentos e nossa mente já não reagem da mesma forma de antes, como quando estavamos tranquilos, antes de entrar na operação. Precisamos, neste ponto, manter a calma e administrar nossos prejuízos. A paciência é essencial para este momento, onde nos diferenciamos de quem só consegue trabalhar com o lucro e realizamos nosso potencial no mercado.
Dominar as estatísticas e as possibilidades é uma forma de potencializar a renda, e pode até transformar muitos em milhonários. Porém, independente do lucro obtido e dos números estarem à favor, a gestão pessoal e psicológica ainda é boa parte dessa equação: autocontrole é uma das chaves essenciais para qualquer investidor, separarando quem irá falir de quem encontrará o sucesso.
Osney José Cola de Oliveira é Sócio, Diretor Executivo e Fundador da equipe Trader.
Opera como Profissional de Mercado desde 2007, reconhecido pelo sucesso em trades efetuados através de Análise Técnica e da análise do comportamento de preços.
Para conhecê-lo mais, acesse o site da Equipe Trader ou seu Twitter oficial.
Uma arte chamada análise técnica vem crescendo com o sobe e desce da Bolsa de Valores. Quanto maior o número de investidores, mais adeptos dessa escola.
Difundida pela grande curiosidade humana sobre o mistério do vai e vem dos mercados, a análise técnica traz consigo uma grande incógnita: é possível prever o futuro dos preços de uma ação?
Certas frases impactantes, usadas por várias escolas e empresas do ramo, causam impressões aos investidores de que é possível estar sempre do lado certo do mercado. Acredito que se eu pudesse prever o futuro de alguma ação listada em bolsa, com certeza seria, em poucas horas, uma das maiores celebridades milionárias dentro do mercado.
A análise técnica, ao contrário do que muitos pensam, não prevê o futuro: ela nos proporciona estatísticas de quantas vezes certo padrão ou movimento aconteceu, subiu ou caiu. Com esses dados, podemos montar nossas estratégias, sabendo que nenhum padrão é 100% infalível.
Sabendo disso tomamos certos cuidados ao entrar em uma operação, como por exemplo, traçar um plano B: caso o possível movimento a favor de nossa operação não aconteça, o que irei fazer? Esse plano deve ser elaborado antes de entrarmos na operação, já que nesse momento estamos com a cabeça leve e podemos decidir se vale à pena ou não entrarmos na operação – bem diferente de um momento onde já estou com meu dinheiro investido, tendo o mercado andando contra minha posição e enormes prejuízos acabando com meu capital. Nessa hora, meus sentimentos e minha mente já não reagem da mesma forma quando estava tranquilo, antes de entrar na operação.
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