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terça-feira, 21 de maio de 2013



Amizade paga a conta?

Emprestar ou não emprestar dinheiro a um amigo




Quem nunca emprestou dinheiro a um amigo? Seja para ajudá-lo a fechar a conta do bar ou a financiar a casa, o automóvel, a quitar dívidas.. Se você é do tipo que administra bem suas finanças, é provável que seja o primeiro a ser procurado por amigos e familiares na hora do aperto.

Acontece que nem sempre o dinheiro que você emprestou tem volta, muitas vezes aquele amigo de infância esquece (ou finge que esqueceu!) de devolver o valor combinado. Ou pior ainda, você sabe que ele costuma ser desorganizado ao lidar com finanças e não vê perspectivas de conseguir o reembolso tão cedo. Mas por tratar-se de uma pessoa do seu círculo social, tem receio de tocar no assunto com o dito cujo.

Afinal, seria bem embaraçoso.


O que fazer nessas horas?
  
- ao abordá-lo, diga que está precisando do dinheiro para algum gasto específico e urgente, como reforma do piso ou conserto do carro. Assim, a cobrança terá uma justificativa válida, sem soar hostil.

- como quem não quer nada, pergunte se o empréstimo conseguiu ajudá-lo e combine uma forma de pagamento. Sugira o bom e velho talão de cheques pré-datados ou envie por email seus dados bancários para depósito, pedindo para ser avisado assim que ele for efetuado. 

- se for grana boba, esquece! É melhor seguir como se nada tivesse acontecido em nome da amizade, uma conquista rara que não pode ser mensurada por valores financeiros; dinheiro perdido se recupera, mas laços perdidos dificilmente são reatados. E outra, nunca se sabe quando você passará por condições semelhantes em que precisará da ajuda financeira de seu amigo.


E da próxima vez..

- antes de sair emprestando dinheiro a alguém, verifique se a pessoa tem fama de 'caloteira' entre os familiares e amigos em comum. Nesse caso, é bom avaliar se ela já ficou devendo em empréstimos anteriores.

- certifique-se de que o valor a ser emprestado não fará mais falta a você no futuro do que faz no momento presente de seu amigo. Afinal, emprestar dinheiro para financiar os caprichos do outro não pode atrapalhar seus sonhos e objetivos para os próximos anos!  ;)




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sexta-feira, 10 de maio de 2013



A Bolsa no gogó

Conheça a história da Bolsa de Valores




Pra muita gente, quando se fala em Bolsa de Valores a primeira imagem que ainda vem à cabeça é a de investidores aglomerados gritando em um enorme telefone sem fio. Até o final dos anos 90, as operações por meio do Pregão Viva-Voz eram negociadas no próprio espaço físico da Bovespa no centro de São Paulo.

Mais do que uma rotina na Bolsa, o tumulto era tido como um ritual, onde fazer operações aos berros e “sangue nos olhos” era questão de honra e reputação. O grito fazia parte daquele cotidiano, sendo fator decisivo para fechar negócio e imprescindível na hora de extravasar a alegria de um ganho.

Lá pelo final dos anos 90, foi implantado um novo sistema de negociação eletrônica na Bovespa - o home broker. Aos poucos, a "rotina de pregoeiro" foi deixando de fazer parte do dia a dia do investidor. Os gritos comemorativos foram substituídos pelo vibrar silencioso e individual dentro do próprio lar.

Já imaginou como deveria ser tudo isso? O professor do Trade ao Vivo, Rogério Araújo, trabalhou durante anos na loucura do pregão viva voz até o seu final quando foi substituído pelo home broker.

Assista ao vídeo em que ele volta à Bolsa para contar como era o seu dia a dia. 



quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Como funciona a Renda Fixa?



Os brasileiros têm à disposição diversos produtos de investimentos, sendo os preferidos pela maioria aqueles denominados de renda fixa, ou seja, as aplicações que de alguma forma permitem que o investidor saiba o retorno que terá, no prazo determinado da aplicação escolhida. Mas será que isso é mesmo verdade?

Ao optar pela renda fixa, o cliente faz um acordo sobre a remuneração no prazo de um, dois ou dez anos, por exemplo. E essa remuneração pode estar atrelada à inflação, à taxa de juros ou a qualquer outro indicador. Todos os demais investimentos que tem como característica a não previsão de rentabilidade são denominados como renda variável, inclusive imóveis, cuja a oscilação do preço e as renovações contratuais dos aluguéis tornam essa classificação evidente.

Entre os produtos de renda fixa oferecidos no mercado, estão os Títulos Públicos, os CDBs (Certificado de Depósito Bancário), as LCIs (Letras de Crédito Imobiliário), as LCAs (Letras de Crédito de Agronegócio) e Debêntures. Mas a aplicação desta categoria mais procurada pelos brasileiros é a caderneta de poupança, que desde o decreto imperial nº 2.723, de 12 de janeiro de 1861, prometia uma rentabilidade de 6% ao ano.

Em 03 de maio de 2012, a Medida Provisória 567 mudou as regras do rendimento desse tipo da poupança. Enquanto a taxa Selic for maior do que 8,5% ao ano, esse investimento continuará remunerando com 0,5% ao mês, acrescido de TR (Taxa Referencial). Porém, quando a Taxa Selic for igual ou inferior a 8,5% ao ano, a remuneração será igual a 70% da Taxa Selic ao ano, mensalizada, vigente na data de início do período de rendimento, mais TR.

Ou seja, hoje, 70% de 7,25% significam 5,075% ao ano. Caso aconteça uma nova reunião do Copom e a Selic cair para 7% ao ano, por exemplo, a rentabilidade da poupança cairá para 4,9% ao ano, e assim por diante.

Com esse exemplo, pode-se perceber que mesmo sem saber qual o rendimento final, há uma promessa de rentabilidade dentro de parâmetros conhecidos, por isso a poupança e muitos outros investimentos são classificados de renda fixa.

Então surge a pergunta? Mas a poupança não é renda fixa? Por que os rendimentos irão variar?

A verdade é que, na prática, renda fixa não existe, e nunca existiu. Com contas mais apuradas de rentabilidade líquida, a rentabilidade final em um investimento descontaria do rendimento bruto ou nominal, as taxas, os impostos, o custo de oportunidade e a inflação. Portanto, somente a rentabilidade nominal pode ser determinada, não a rentabilidade final.
                                          
É importante ainda explicar que dentro da renda fixa há duas modalidades de determinação da rentabilidade nominal, pré e pós. A poupança era pré-fixada até que surgiu a TR para dar-lhe rendimento adicional, então passou a ser pós. Hoje, simplesmente, não se sabe qual o rendimento a aplicação terá de fato, portanto, é totalmente pós-fixada.

Sabendo-se que existe um componente variável nos investimentos em renda fixa, é possível ter um retorno muito maior do que o esperado com esse tipo de aplicação. Tome como exemplo os títulos do TesouroDireto pré-fixados. Com a Selic a 10% ao ano, um título com valor de face de R$ 1 mil e vencimento em cinco anos seria comprado com valor de cerca de R$ 620,00. Esse mesmo título poderia ser revendido ao Tesouro Direto por R$ 704,00 quando a SELIC baixou para 7,25% ao ano. Ou seja, um lucro de 14% em um período curto em um investimento de renda fixa.

Assim, pensar em renda fixa é limitar-se e limitar suas possibilidades de rendimento. Ao assumir que a renda fixa também tem sua parcela variável, você pode turbinar seus rendimentos e abrir oportunidades para sua vida.


*Mauro Calil é palestrante, educador financeiro e autor dos livros “Separe Uma Verba Para Ser Feliz” e “A Receita do Bolo” – www.academiadodinheiro.com.br

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Viagem: não precisa ser caro para ter conforto!



Aproveitando o clima de carnaval e feriado, nossa dica de finanças pessoais para essa semana é sobre viagens.

Muitas vezes sonhamos em conhecer um lugar novo ou tiramos férias do trabalho, mas acabamos indo sempre para o mesmo lugar ou então pior, deixamos de lado o sonho da viagem ao lugar tão esperado com a conhecida desculpa do “estou sem dinheiro”.

Só de pensar em gastar com passagens, passeios e hotéis caros até desanima. E após meses de trabalho duro, tudo o que não queremos é passar perrengue economizando em tudo, inclusive na acomodação na hora de dormir.

A novidade é que existe um site, o Airbnb, onde você pode encontrar apartamentos e casas de pessoas que inscrevem os seus próprios imóveis lá e através de uma rede, você consegue fazer buscas por local, data, valor e número de pessoas. Tem de tudo, desde casas na árvore na Tailândia até apartamentos luxuosos em NY. Eles são todos mobiliados e avaliados pelos próprios usuários da rede. O acesso ao site é bem simples e eles ainda te dão a garantia, caso aconteça alguma coisa errada ao longo da estadia.

Você não precisa mais abrir mão do conforto para viajar e gastar pouco!
Conheça: https://www.airbnb.com.br/




sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Voltamos!




O blog Meu Milhão voltou com dicas de finanças pessoais e de investimentos, com novidades aqui da Rico e ainda histórias surpreendentes sobre as experiências de profissionais do mercado financeiro.

Para comemorar nossa volta, anunciamos o último lançamento Rico que vai facilitar sua vida e revolucionar seus investimentos: é o Investimento Programado.

Foi pensando em todas as pessoas que querem começar a investir, mas não tem tempo para acompanhar, que criamos essa ferramenta. Você pode investir em ações, tesouro direto e fundos de investimentos de forma simples e em apenas alguns cliques. 

Comece já: http://bit.ly/11p8jrJ